Vai chover samba na terra da garoa.
Teria mesmo Vinícius de Moraes afirmado há décadas atrás que São Paulo é o “túmulo do samba”? Seriam mesmo então, os sambistas paulistas, coveiros deste que é o maior baluarte musical da nossa cultura? De lá pra cá, o samba fecundou, proliferou, se transformou e gerou muitos descendentes. Estilos de samba que levam o nome do pai com outro sobrenome, como samba-reggae, samba-rock, samba-canção, samba-funk ou até mesmo com nomes próprios, como bossa-nova, choro, partido alto. Mas veio a virada do século, e a velha canção morreu! Será? De lá para cá, também, o vinil virou CD, que virou mp3, que hoje está nas nuvens, onde está virando moda armazenar e compartilhar o mundo inteiro. Por isso, o cantor e compositor paulista Marcelo Quintanilha (Quinta) batizou de “Cumulus Sambas” seu novo projeto musical, que o Selo Comando SD lança no primeiro semestre de 2012. Os sambas de Quintanilha agora também estão “nas nuvens”. Em Cumulus Sambas.
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